02.06. | Gênero 2: Gays, lésbicas, bissexuais e transgenênero no rádio e no futebol

O rádio arrasou de novo! O abuso do futebol como palco político não teve força suficiente para vencer a postura autoritário dos Estados frente a expressão nas rádios livres e comunitárias. Agora o rádio leva uma vantagem de 3 a 2 no placar antidemocrático.

A partida desta semana trata de adversários comuns ao futebol e a radiodifusão democrática: a homofobia e a valorização da heterossexualidade. Estudos apontam que um em cada onze jogadores ou jogadoras de futebol são homossexuais. Porém, até hoje no futebol os atletas profissionais somente assumem a sua opção sexual após encerrar a carreira. E nas rádios? Será que lá também imperam a testosterona e o regime tolerância zero?

O rádio não é um paraíso da diversidade de gênero, acredita Markus Plate, jornalista radiofônico na ONG Voces Nuestras em Costa Rica. E depois de conhecer dúzias de rádios comunitárias na Europa e na América Latina constata que elas não escapam dos padrões heterossexuais pré-estabelecidos.

A Pulsar Brasil, agência informativa da AMARC – Brasil, faz um panorama de como universo do futebol, principalmente o masculino, não aceita a diversidade sexual. Num meio que reúne uma maioria esmagadora de homens, seja no comando dos times, os próprios atletas e também os torcedores, um simples debate sobre homofobia raramente aparece. Normalmente, jogadores que não se assumem homossexuais, mas que geram desconfiança por algum motivo são hostilizados dentro e fora do campo, por sua própria torcida e, claro, a rival principalmente.

Então, quem merece vencer esta partida? Vocês decidem, votem agora!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>