09.06. | Regras antimonopólio

Bem-vindas e bem-vindos à sétima jornada de nossa copa. Ao vencer a última partida, o futebol empatou com o rádio na competição dos antidemocráticos. Agora o placar é 3 a 3. Vocês acharam pior a homofobia nos gramados do que a falta de diversidade sexual nas ondas radiofônicas.

O tema desta semana não é menos polêmico. Vamos falar das regras antimonopólio, as que existem e as que fazem falta. A FIFA proíbe que no futebol profissional times da primeira divisão tenham o mesmo proprietário. No rádio também não é muito diferente, e a Glôbolandia é um dos piores exemplos disso. Existe uma brutal concentração de propriedade. Vamos ver o motivo da situação ser assim no rádio – e também como, na prática, são burladas essas regras dentro dos gramados.

O nosso primeiro autor Bruno Marinoni traça um panorama da situação do rádio no Brasil. O repórter do Observatório do Direito à Comunicação demonstra como o espectro se concentra nas mãos de poucos ao longo da história e também critica a falta de uma iniciativa estatal que estimule e fortaleça o desenvolvimento da mídia comunitária e pública.

O segundo artigo desta edição retrata a expressa oposição do futebol mexicano contra as regras antimonopólio da FIFA. Como explica Edgar Khonde, escritor e ghost writer nato da nação das tortillas, é comum no México que clubes profissionais tenham o mesmo dono. No entanto, esses acordos entre os donos dos times é o que mantém empolgante a liga mexicana há muitos anos.

E quem vai ganhar essa partida? Decida, vote e compartilhe essa Copa!

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